sexta-feira, 26 de novembro de 2021

A ENERGIA DE QUE TANTO PRECISAMOS: HISTÓRICO, APROPRIAÇÃO, DEMANDA E DISPONIBILIDADE



Marco Antônio de Morais Alcantara 


Este artigo procura discutir sobre a energia, em termos de sua demanda histórica, complexidades e transformação social, fontes de aquisição, eficiência ou rendimento, impactos ambientais decorrentes da sua transformação e aquisição de insumos, e apresentar as tendências atuais para com as inovações recentes, bem como as tendências que norteiam a sustentabilidade.

terça-feira, 29 de junho de 2021

ALGUNS ASPECTOS DA ENGENHARIA VERDE

 


Marco Antônio de Morais Alcantara

Com relação à instalação urbana e a construção de infraestrutura, são remarcados fluxos de materiais e de energia. Estes fluxos são relacionados à entrada de insumos em um lado, e a saída de produtos e de possíveis resíduos do outro. Para tanto, são consideradas as procedências dos materiais, sob os pontos de vista de renovabilidade, impactos ambientais devido às extrações, e até mesmos relativos às distâncias de transporte do local da extração até o local de armazenamento e processamento. Do ponto de vista da saída, são observados os materiais como produtos, e também os possíveis resíduos que possam ser gerados. À quantificação dos materiais que entram, e saem do sistema, dá-se o nome de “inventário”.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

ALGUMAS PECULIARIDADES HISTÓRICAS DO AGRONEGÓCIO COM RELAÇÃO À ESTRUTURAÇÃO E AO DESENVOLVIMENTO URBANO DO BRASIL

 


Imagem: Gerada por Google Gemini
Marco Antônio de Morais Alcantara

O agronegócio sempre teve uma importância peculiar no desenvolvimento urbano do Brasil. Desde que ele passou a fixar o homem à terra, vem sendo um protagonista do desenvolvimento urbano, sob os diferentes tipos de fomentação. Pela sua natureza, e pelas necessidades, ele é um agente influenciador tanto na concepção como na criação de infraestrutura dos transportes, tal como foi no caso da implantação das ferrovias no tempo do café; ainda, neste tempo, ele requereu a criação de pequenas indústrias de apoio, as mesmas que foram preparando mão de obra especializada, que trabalhavam com a manipulação de metais em forjas, e em decorrência disso, foi protagonista importante na arregimentação e na qualificação de mão de obra. Não se deve deixar ainda de considerar que o capital gerado pelo agronegócio, desde o século XIX, permitiu o financiamento das  cidades onde ele passava,  assim como a criação da cultura local, e da indústria, com a qual ele conviveu parcialmente em rivalidade econômica, tendo sido a indústria relevante a partir de aproximadamente 1945. Nos dias atuais se vê algumas outras investidas do setor do agronegócio, podendo-se destacar ainda nuances que apontam para a reprodução do seu modelo, ou para as inovações que o modificam.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA: A NATUREZA DESTES, E AS ATRIBUIÇÕES DOS PRESTADORES DE SERVIÇOS

 


Marco Antônio de Morais Alcantara


 A primeira questão que se depara é o que é um serviço de utilidade pública


É todo serviço que é indispensável para que a sociedade possa funcionar, tais como: fornecimento de água, coleta de lixo, tratamento de esgotos, telefonia, saúde, educação, segurança e outros. Existem algumas características no fornecimento de um serviço público, um deles é levantado como um monopólio, serviço realizado em grande escala, de modo a poder reduzir os seus custos. Um argumento que utilizam os que defendem este ponto é que, quando existe mais de uma empresa, uma prevaleceria sobre a outra, e desta forma se tornaria inviável a concorrência. O equilíbrio em termos de custos acessíveis viria pela economia de escala. Por outro lado, se necessitaria de organismos e de mecanismos de regulamentação para com as empresas concessionárias, de modo a se regular os preços, tarifas e qualidade de serviços. Outros pontos de vista são apresentados pelos que defendem a “teoria dos mercados contestáveis”, onde as empresas poderiam competir em elas, de modo a concorrer á licitação. No caso de empresas que atuam em diferentes setores, a disputa em termos de fatores de inovação tecnológica poderia influenciar em diferentes áreas, de modo a poder diminuir custos, não obrigatoriamente contando com o fator de escala.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

A ENERGIA QUE MOVE AS CIDADES

 

Foto: Créditos a Marcelo Alcantara

Marco Antônio de Morais Alcantara

Nossa geração já nasceu dependente da energia. A conexão em uma fonte de energia é necessária para quase todas as atividades humanas que conhecemos. Para o transporte precisamos de energia; se preferirmos ficar em casa, qualquer atividade que decidirmos fazer irá requerer energia, por exemplo, se formos tomar um banho quente, ou se formos preparar um lanche, ou nos ocuparmos com uma diversão. Se estivermos em um apartamento, e nos entediarmos de ficar em casa, e quisermos sair até uma área de lazer próxima, provavelmente precisaremos de utilizar um elevador. Este artigo procura mostrar a energia que nos é requerida para o dia a dia, assim como os seus contextos de obtenção e de penalizações ao nosso meio.