quinta-feira, 14 de setembro de 2017

REFLEXOS DO SISTEMA PRODUTIVO NA MORFOLOGIA E NA TRANSFORMAÇÃO FUNCIONAL E SOCIAL DE UMA CIDADE PLANEJADA

Fonte: Acervo do D.E.E UNESP

Marco Antônio de Morais Alcantara

#ConstruçãoDeIlhaSolteira #CidadesPlanejadas


INTRODUÇÃO

O desenho urbano tem grande relação sobre como uma determinada sociedade se organiza. 

Um outro aspecto, também muito discutido dentro dos cursos de urbanismo, é a apropriação do espaço urbano pelos seus usuários. 

Ilha Solteira é um caso muito particular de cidade, pois, onde, tanto a configuração social, como a do espaço, foram de antemão impostos. Foram manipulados o desenho urbano e a tipologia habitacional. O município pode ser um objeto de estudo para a compreensão sobre os casos de pós-ocupação em cidades projetadas, sob os seguintes pontos de vista: (i) da aceitação de uma proposta urbana, (ii) da incorporação dos hábitos de seus usuários à estrutura proposta, (III) e das ações, na fase de pós-ocupação, para ajustar a proposta aos interesses de seus moradores. 

sexta-feira, 21 de julho de 2017

CONDOMÍNIOS HORIZONTAIS: COMPREENSÃO, ACEITAÇÃO E GESTÃO



Marco Antônio de Morais Alcantara

#CondomíniosHorizontais

A cidade é marcada pelo tipo de desenho urbano que é adotado, e este possui vários ingredientes, os quais têm por finalidade fazer com que ela atenda aos principais requisitos, que justificam a sua finalidade, como: promover as condições de habitação e vivência, de circulação, e de favorecer as atividades produtivas. Ao quesito de habitação e vivência, se pode distinguir como elementos os espaços livres, tais como praças, parques, áreas verdes, e, também existem os espaços privados, que são as habitações. Estes dois tipos de espaço podem ser mesclados no desenho urbano.

Dentro da concepção de uma tipologia habitacional podem entrar em jogo diversos elementos, tais como os índices urbanísticos da área, os fatores de custos, os quais podem estar relacionado com a densidade habitacional, os fatores fisiográficos da área do loteamento, e, por fim, os aspectos de paisagismo, dos quais se pode tirar partido. São distinguidos os casos de habitações isoladas, habitações geminadas, e edifícios de múltiplos andares.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

AS TECNOLOGIAS E A MORFOLOGIA URBANA

Casa da Música Porto
Créditos: Marcelo Alcantara


Marco Antônio de Morais Alcantara

#TecnologiasCidades #TransformaçõesUrbanas 

A cidade tem sido alvo de intervenções diversas ao longo de sua história, em função das demandas que são criadas, conforme seus diversos momentos. Com o advento da cidade industrial, o mundo contemporâneo da época aspirou por cidades mais humanas e mais verdes, de modo que pudessem surgir as propostas das cidades jardins e as cidades zonificadas, que são apresentadas em Mausbach (1981), e ainda surgiu a elaboração da Carta de Atenas em 1933, preconizando um padrão para a sua concepção (Le Corbusier, 1971). O advento do automóvel justificou as preocupações com o disciplinamento sobre o fluxo dos veículos, a capacidade viária, assim como, a conciliação sobre os movimentos e deslocamentos, de modo a se diminuir os conflitos, e a se incrementar o desempenho do tráfego urbano.

quinta-feira, 23 de março de 2017

ALGUNS PONTOS SALIENTES DO URBANISTA



Marco Antônio de Morais Alcantara

#urbanismo


Dificilmente você verá um urbanista preocupado com os seguintes temas:

-Condomínios fechados, sem que se preocupe com o fator segregação;

-desfavelamento, sem que se preocupe com o fator inclusão social;

-verticalização, sem que se considere o aspecto econômico-social da mais valia, ou dos impactos ambientais, e ainda, a discussão pode estar no escopo da densidade ideal na morfologia urbana;

-revitalização urbana, sem atentar que isso seja para o benefício do usuário, em termos de bem estar, conforto ambiental, condições ergonômicas nos espaços, sociabilidade, segurança, higiene, e acessibilidade, de modo que ele seja a prioridade no estudo;

-planejamento de transportes, sem que isso não coloque em primeiro plano o ser humano, a segurança, a acessibilidade, o direito à circulação e ao transito, independente do seu meio de mobilidade, mesmo que seja à pé;